Vou ver se agilizo para ver se paro num dia mais sereno, num clima mais ameno e com um sorrisso mais satisfatório. Tudo passa. Ah! Ah... Vou assumir-te que estou cansada de tanto sonhar. Quero casa, quero chão, quero coração. Quero mente aberta - a minha, a tua, a nossa. Quero portas abertas às variações de estação. Abre a porta para mim, vai. Não abre assim sem pensar, sem ver, sem temer. Abre com cautela, faz charme perguntando "pois não?".
Vou ver se vou ai te ver para me aquecer com um dia mais sereno, com um clima mais ameno e com um sorrisso mais tranquilo. Assoviando assim na mais desafinada doce melodia. Andando por ai, para ver se te encontro. Vou confessar-te meus maiores segredos sem proferir uma palavra. Vou te despir sem te tocar. Afastando-me de ti assim, no mais improvável momento, vou fazer você pensar em correr atrás.
Não, não vai ainda. Tenha cautela. Deixa assim, sorrindo meio que desencantado. Dê meia volta e vá para casa - olhando aquelas crianças comendo algodão doce e com alguns cachos meus na tua jaqueta...
será que a gente chega
eu sinto que o meu coração tá com jeito de bem me quer
mesmo quando eu levo a vida de um astronauta eu sei quanto tempo que falta
olha que o túnel está quase ali
segura que a minha alegria não quer parar
eu sinto que o meu coração tá com jeito de bem me quer
mesmo quando eu levo a vida de um astronauta eu sei quanto tempo que falta
olha que o túnel está quase ali
segura que a minha alegria não quer parar
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