segunda-feira, 17 de agosto de 2009

3 dias de paz e música que pararam o mundo.


Uma galera em prol de vários ideais. Ideais pacifistas, libertadores, contrários ao autoritarismo de mentalidade. Cada um dançando do seu ritmo e usando flores da cabeça - flower power! O poder da flor, o poder das flores da nação - o poder dos jovens. Os jovens contrários a uma sociedade materialista que mandava suas flores murcharem em prol de uma guerra de ideais bélicos e gananciosos. O desabrochar de novos ideais, novas teorias, novos objetivos para o corpo e para a mente - o objetivo de não objetivar nada. O objetivo de experimentar, de tentar, de ser, de transceder.
Homens, mulheres, hermafroditas e anjos. Cores, flores, amores, ideais. Galera dançando, cantando, sorrindo, provando. Muito sexualismo, muito liberalismo, muito revolucionismo. Musica boa, musica nova. Hendrix que beijava Joplin. Joan Baez, The Band e The Who. 500.000 pessoas experimentanto, esperienciando o festival que marcaria uma das maiores (se não a maior) revolução cultural de toda a história. Are you experienced? O surgimento de uma nova classe de jovens que contestava a proibição, que queimavam cartas do exército. Que iam aos parques para dançar, amar, separar-se do material (inclusive roupas) e criar novas teorias - ou simplesmente não ter teoria! Uma nova estética, musicas que expressavam os ideias- musicas que se perpetuaram até hoje.
Minha paixão por Woodstock, pelos hippies, pela desobediência civil. Pela busca de libertação, pela revolução cultural. Meu desejo de presenciar, experimentar, amar, libertar. Ser antes de tudo, minha - ter meus ideais e minhas preferências. Não ser de ninguém - ser eu em todo mundo, todo mundo em mim - i'm he as you are he and you are me and we are all togheter
(beatles faltou, mas o contexto é presente).

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